

Parabéns!
Elen de Moraes
Viver...
Deixar a vida acontecer,
Sem medo de ser feliz!
Estar aí pro que der e vier!
Ser forte, o que for bastante,
Para levar adiante
Um dia de cada vez...
Transpor todos obstáculos
Sem senões e sem porquês...
Encarar felicidade
Como presente Divino.

Evanir, querida,
Dias especiais existem por causa de pessoas especiais.
E é você quem torna esse dia tão especial.
Saúde, paz, sucesso e muito amor, seja muito feliz.
Com carinho, dos amigos eternos,
Liz e Nick



Doce...

Doce é o teu madrugar
O olhar seguro dos teus olhos
O poder do teu sorriso que me faz renascer a cada dia
Doce é o encontro, que preenche o vazio do meu coração
A água que sacia a tua sede e me refresca na solidão
Doçura... são as tuas mãos, inebriantes
Pura seda, distantes...
Doce é o teu amparo, nas horas longínquas do troviscar da minha
alma
Na meia-luz do teu corpo...
Encontro a doçura que me afaga e acalma
Doce é o teu nome, proferido vezes sem conta no meu
pensamento
Embalado nas ondas do luar ao relento...
Meigo, doce é o teu beijo ao encontro do meu
Geometria perfeita da tua boca fresca de madrugada...
E, num súbito encaixe perfeito...
Me perco no teu abraço...
Movimento doce, que me confunde
Junção perfeita de dois corpos no espaço
Lúcia Machado - Poetisa - Amarante, Norte de Portugal

Simplesmente, duas pessoas que se amam... Junção perfeita de
almas que se completam.
Liz e Nick



Carinhoso

Meu coração não sei por que
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim
Foges de mim
Ah, se tu soubesses como sou tão carinhoso
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim
Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor dos lábios meus
À procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei
Bem feliz
Pixinguinha e João de Barro


Essa música, uma verdadeira poesia... Nos embala em nossos
melhores momentos e é uma marca em nossas vidas.
Liz e Nick



A Menina Selvagem

A menina selvagem veio da aurora
acompanhada de pássaros,
estrelas-marinhas
e seixos.
Traz uma tinta de magnólia escorrida
nas faces.
Seus cabelos, molhados de orvalho e
tocados de musgo,
cascateiam brincando
com o vento.
A menina selvagem carrega punhados
de renda,
sacode soltas espumas.
Alimenta peixes ariscos e renitentes
papagaios.
E há de relance, no seu riso,
gume de aço e polpa de amora.
Reis Magos, é tempo!
Oferecei bosques, várzeas e campos
à menina selvagem;
ela veio atrás das libélulas.
Henriqueta Lisboa - 1901/1985 - poetisa e escritora mineira.
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Esse espaço, que ganhamos da nossa querida amiga, Evanir, será
também, o nosso Recanto de Amor, onde iremos presentear nossos
amigos, com belas poesias, que refletem o que vivenciamos e
apreciamos como nossa leitura diária, para aguçar mais ainda, nossos
sentimentos.
Sejam Bem Vindos!
Com carinho,
Liz e Nick

